MNE britânica salienta "necessidade urgente" de reabrir estreito de Ormuz. Petroleiros filipinos autorizados a passar
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MNE britânica salienta "necessidade urgente" de reabrir estreito de Ormuz
A ministra dos Negócios Estrangeiros britânica sublinhou esta quinta-feira a "necessidade urgente" de reabrir o estreito de Ormuz, no início de uma reunião virtual com representantes de "mais de 40 países", incluindo Portugal.
"Temos hoje ministros dos Negócios Estrangeiros e representantes de mais de 40 países reunidos para debater o estreito de Ormuz, as consequências do encerramento, a necessidade urgente de restabelecer a liberdade de navegação para o transporte marítimo internacional e a nossa firme determinação internacional em ver o estreito reaberto", declarou Yvette Cooper, que preside à reunião.
Além desta reunião, o Governo britânico pretende "reunir planeadores militares para analisar como mobilizar as capacidades militares defensivas coletivas, incluindo a análise de questões como a remoção de minas ou medidas de salvaguarda assim que o conflito abrandar", acrescentou Cooper.
"Mas na reunião de hoje, estamos a concentrar-nos nas medidas diplomáticas e de planeamento internacional, incluindo a mobilização coletiva de todo o nosso leque de instrumentos e pressões diplomáticas e económicas, o trabalho de garantias junto da indústria, das seguradoras e dos mercados energéticos, bem como ações para garantir a segurança dos navios e tripulantes retidos e a coordenação eficaz de que necessitamos em todo o mundo para permitir uma abertura segura e sustentada do estreito", disse.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, representa Portugal na reunião, que estava previsto juntar cerca de 30 países subscritores de uma declaração, de iniciativa de Londres em conjunto com França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão, publicada em 19 de março.
O texto exige que o Irão cesse as tentativas de bloquear o estreito de Ormuz e compromete os signatários a "contribuir para os esforços adequados para garantir a passagem segura" pela via marítima, por onde transita, em condições normais, um quinto da produção mundial de petróleo, bem como de gás natural liquefeito.
Os ataques iranianos a navios comerciais, bem como a ameaça de mais ataques, paralisaram quase todo o tráfego na passagem que liga o golfo Pérsico ao resto dos oceanos, o que fez disparar os preços daquelas matérias-primas e de derivados como fertilizantes.
Governos e analistas disseram recear que um bloqueio prolongado tenha impacto noutros setores da economia, como a produção agrícola e de medicamentos e fabrico de semicondutores e de baterias necessários para aparelhos eletrónicos ou automóveis.
Na quarta-feira, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que responsáveis militares também se vão reunir em breve para trabalhar em formas de garantir a segurança da navegação "depois do fim dos combates".
Starmer avisou que retomar o tráfego marítimo "não será fácil" e vai exigir "uma frente unida de força militar e atividade diplomática", em parceria com a indústria marítima.
Estas discussões surgiram sob pressão dos Estados Unidos, com o Presidente norte-americano, Donald Trump, a afirmar que os países dependentes do transporte marítimo no estreito devem mobilizar-se para o desbloquear.
Trump criticou repetidamente o Reino Unido e a NATO por não apoiarem suficientemente as forças armadas norte-americanas neste conflito, iniciado em 28 de fevereiro quando os Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva contra o Irão.
O Irão tem respondido com ataques contra território israelita e contra bases militares norte-americanas nos países da região, tendo danificado navios e infraestruturas civis e energéticas, como a importante refinaria de gás natural Ras Laffan, no Qatar.
A guerra provocou mais de três mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano, que se viu envolvido no conflito após o movimento xiita Hezbollah, apoiado por Teerão, ter atacado Israel.
Petroleiros filipinos autorizados a passar pelo Estreito de Ormuz
O ministério dos Negócios Estrangeiros das Filipinas anunciou hoje que, após conversações com o seu congénere iraniano, está garantida a passagem segura pelo estreito de Ormuz de petroleiros rumo ao arquipélago asiático, dependente daquelas importações.
"O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão garantiu que a permitiria a passagem segura, desimpedida e rápida pelo estreito de Ormuz de navios com bandeira filipina, recursos energéticos e todos os marinheiros filipinos", lê-se em comunicado.
O presidente filipino, Ferdinand Marcos, declarou estado de emergência energética nacional na semana passada, afirmando que "todas as opções estão sobre a mesa" para o país de 116 milhões de habitantes, que enfrenta a crise energética global desencadeada pela guerra no Médio Oriente.
Os preços dos combustíveis dispararam nas Filipinas desde que os Estados Unidos da América (EUA) e Israel lançaram ataques contra o Irão, há 33 dias, justificados pela inflexibilidade iraniana nas negociações sobre enriquecimento de urânio, no âmbito do seu programa nuclear.
Em resposta, o Irão tem lançado mísseis e drones contra Israel e alvos estratégicos nos países vizinhos, além de manter o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do fornecimento mundial de petróleo e gás.
As Filipinas importam a maior parte de seus recursos energéticos do Médio Oriente. As garantias iranianas, segundo a diplomacia filipina, vão assegurar "o fornecimento constante de petróleo e fertilizantes para as Filipinas, essenciais para o país".
Há poucos dias, também responsáveis políticos da vizinha Malásia tinham declarado que os seus petroleiros tinham permissão para transitar pelo estreito de Ormuz sem quaisquer pagamentos de taxas de segurança a Teerão.
Panetta: Mesmo que guerra acabe "o regresso à produção [de petróleo] será lento"
Fabio Panetta, membro da Comissão Executiva do Banco Central Europeu, alerta que os impactos da guerra do Irão serão duradouros e se vão prolongar para lá do fim do conflito - num cenário mais severo, lembra, repôr os fluxos de de petróleo pode só acontecer em 2027.
"O conflito já está a causar perturbações sem precedentes no abastecimento global de energia e o seu alastramento para os países do Golfo obrigou-os a suspender a produção de hidrocarbonetos, com efeitos imediatos e potencialmente duradouros nos mercados internacionais", disse Panetta, que lidera também o Banco de Itália.
"Mesmo assumindo um fim rápido às hostilidades, o regresso à produção normal deverá ser lento", disse numa conferência em Roma, citado pela Bloomberg.
"As projeções macroeconómicas do BCE, divulgadas há duas semanas, já incluíam dois cenários adversos, que são agora mais prováveis do que eram na altura da publicação. No segundo cenário, mais severo, os danos às infraestruturas poderiam adiar a recuperação até 2027", lembrou.
MNE Paulo Rangel participa na reunião de hoje sobre Estreito de Ormuz
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, vai participar na reunião de hoje organizada pelo Governo britânico com cerca de 30 países dispostos a mobilizar-se para restaurar a navegação pelo estreito de Ormuz, confirmou fonte do Ministério.
Na reunião, que se vai realizar por videoconferência, pretende-se avaliar "medidas diplomáticas e políticas viáveis" para restaurar a liberdade de navegação, garantir a segurança dos navios e tripulantes retidos e retomar o transporte de mercadorias essenciais.
As cerca de três dezenas de países convocados vão reunir-se por iniciativa do Reino Unido, na sequência de uma posição tomada inicialmente feita por Londres em conjunto com França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão em 19 de março.
Entretanto, 31 outros países, incluindo Portugal, subscreveram a mesma declaração, exigindo que o Irão cesse as suas tentativas de bloquear o estreito e comprometendo-se a "contribuir para os esforços adequados para garantir a passagem segura" por aquela via marítima.
Pelo estreito de Ormuz transita, em condições normais, um quinto da produção mundial de petróleo, bem como de gás natural liquefeito.
Os ataques iranianos a navios comerciais, e a ameaça de mais ataques, paralisaram quase todo o tráfego na passagem que liga o Golfo Pérsico ao resto dos oceanos, o que fez disparar os preços daquelas matérias-primas e de derivados como fertilizantes.
Governos e analistas receiam que um bloqueio prolongado tenha impacto noutros setores da economia, como a produção agrícola e de medicamentos e fabrico de semicondutores e de baterias necessários para aparelhos eletrónicos ou automóveis.
Na quarta-feira, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que responsáveis militares também se vão reunir em breve para trabalhar em formas de garantir a segurança da navegação "após o fim dos combates".
Starmer avisou que retomar o tráfego marítimo "não será fácil" e que exigirá "uma frente unida de força militar e atividade diplomática", em parceria com a indústria marítima.
Estas discussões surgem sob pressão dos Estados Unidos, com o presidente norte-americano Donald Trump a exortar os países dependentes do transporte marítimo no estreito a mobilizarem-se para o desbloquear.
Trump criticou repetidamente o Reino Unido e a NATO por não apoiarem suficientemente as forças armadas norte-americanas neste conflito, iniciado em 28 de fevereiro quando os Estados Unidos iniciaram uma operação militar contra o Irão em conjunto com Israel.
O Irão tem respondido com ataques contra o território israelita e contra bases militares norte-americanas nos países da região, tendo danificado navios e infraestruturas, como a importante refinaria de gás natural Ras Laffan, no Qatar.
A guerra provocou mais de três mil mortos, maioritariamente no Irão e no Líbano, que se viu envolvido no conflito após o movimento pró-Teerão Hezbollah ter atacado Israel.
Líderes europeus defendem cooperação de aliados para reabrir o Estreito de Ormuz
O Reino Unido e a Comissão Europeia concordaram sobre a importância de os países aliados trabalharem num plano para restaurar a navegação no Estreito de Ormuz bloqueado pelo Irão, declararam hoje fontes oficiais.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, discutiram na quarta-feira a crise no Médio Oriente e ambos condenaram as ações do Irão no Estreito de Ormuz, que "está a manter a economia global como refém", segundo um comunicado divulgado hoje pelo gabinete do líder britânico.
Os dois responsáveis europeus concordaram que os aliados devem unir-se para restaurar a navegação no Estreito de Ormuz quando as circunstâncias o permitirem.
Esta conversa ocorreu antes de a ministra dos Negócios Estrangeiros britânica, Yvette Cooper, presidir hoje a uma reunião virtual com 35 países para procurar soluções conjuntas que ajudem a reabrir o Estreito de Ormuz e a restaurar a navegação marítima.
O líder britânico e o presidente da Comissão Europeia discutiram ainda a "ambição partilhada" de reforçar a relação entre o Reino Unido e a União Europeia (UE), bem como a importância de continuar a prestar um forte apoio à Ucrânia, segundo o comunicado.
O primeiro-ministro britânico indicou claramente o seu desejo de reforçar os laços com a UE diante da situação criada pela guerra do Irão e após críticas do Presidente norte-americano, Donald Trump, aos seus aliados pela relutância em apoiá-lo no conflito contra Teerão.
"Está a tornar-se cada vez mais claro que, neste mundo volátil e em constante evolução, o nosso interesse nacional a longo prazo exige uma parceria mais estreita com os nossos aliados na Europa e na União Europeia", disse Starmer, em conferência de imprensa, na quarta-feira.
Os Estados Unidos e Israel lançaram uma guerra contra a República Islâmica em 28 de fevereiro, que continua com ataques diários contra o Irão, que respondeu com bombardeamentos a instalações norte-americanas na região do Golfo, assim como a infraestruturas energéticas, e com o encerramento do Estreito de Ormuz.
EUA vão atacar Irão com "muita força" nas próximas duas semanas
O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciou que as forças norte-americanas vão atacar com "muita força" o Irão nas próximas duas a três semanas.
A promessa surgiu na quarta-feira, num discurso ao país, após 33 dias do conflito iniciado em 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel lançaram uma campanha de bombardeamentos contra território iraniano.
"Vamos atacá-los com extrema dureza nas próximas duas a três semanas. Vamos mandá-los de volta à Idade da Pedra, onde pertencem. Entretanto, as negociações continuam", afirmou o Presidente norte-americano.
"Se não houver acordo, vamos atacar cada uma das suas centrais elétricas com muita dureza e, provavelmente, em simultâneo", acrescentou, num discurso dirigido aos norte-americanos a partir da Casa Branca.
Trump manifestou-se também convicto de que, assim que a guerra contra o Irão terminar, o estreito de Ormuz "abrir-se-á naturalmente", porque a República Islâmica precisa da venda de petróleo para se reconstruir e, por isso, os preços do petróleo irão baixar e as bolsas voltarão a registar ganhos.
Por outro lado, o inquilino da Casa Branca pediu aos países que dependem do petróleo escoado do Golfo através do estreito de Ormuz que "cuidem" da passagem estratégica, por onde transita 20% do petróleo mundial em condições normais, porque os Estados Unidos "não precisam" desse petróleo e gás.
"Vão para o estreito, tomem-no, protejam-no, utilizem-no", declarou o Presidente norte-americano, que vem a criticar há semanas vários países aliados da NATO e outros países em todo o mundo por não terem auxiliado os Estados Unidos e Israel na campanha militar contra o Irão.
Trump reiterou vários argumentos justificativos dos ataques ao Irão produzidos desde o início da campanha em 28 de fevereiro, nomeadamente o de que a República Islâmica estava a tentar "reconstruir o seu programa nuclear num local totalmente diferente", dos locais bombardeados na operação `Midnight Hammer`, em 22 de junho, e que, por isso, tiveram de "acabar com eles" antes de adquirirem a capacidade de atingir os Estados Unidos e a Europa, algo que especialistas internacionais contestam.
"O regime procurou reconstruir o seu programa nuclear num local totalmente diferente, deixando claro que não tencionava abandonar a sua intenção de obter armas nucleares. Estava também a construir rapidamente os seus arsenais de mísseis balísticos convencionais e poderia em breve dispor de mísseis capazes de atingir o território norte-americano, a Europa e praticamente qualquer lugar do mundo", disse Trump.
"Que estes terroristas tivessem uma arma nuclear teria sido uma ameaça intolerável", disse Trump para justificar a operação militar `Fúria Épica`, iniciada em conjunto com Israel em 28 de fevereiro e que, após mais de um mês, colocou a economia mundial no limiar de uma crise económica.
O Presidente insistiu nas mesmas mensagens que tem vindo a transmitir através das redes sociais, intervenções públicas ou entrevistas nos últimos dias e que não deixam claro quando é que Washington pretende pôr fim à operação e se haverá um destacamento de tropas norte-americanas no Irão, depois de o Pentágono ter enviado milhares de militares para o Médio Oriente.
Trump também não fez qualquer referência ao estado da relação entre os Estados Unidos e a NATO, depois de afirmar no início da semana que essa aliança deve ser questionada, atendendo à falta de apoio dos aliados nesta guerra.
Companhias aéreas do Brasil alertam para impacto da subida do petróleo
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) alertou hoje que a subida do preço do querosene, em consequência da guerra no Médio Oriente, terá "sérias consequências" para o setor no país.
Na quarta-feira, a petrolífera estatal brasileira Petrobras anunciou um aumento de 54,6% no preço do querosene para abril.
Para minorar o impacto, a empresa ofereceu facilidades de pagamento às companhias aéreas, que poderão optar por um aumento de 18% a partir de segunda-feira e pagar o restante em seis prestações mensais, a partir de julho.
A Abear salientou num comunicado que os preços dos combustíveis no Brasil acompanham as flutuações do mercado internacional, apesar de 80% do combustível consumido ser produzido no país.
O aumento decidido pela Petrobras "tem consequências graves para a abertura de novas rotas e a prestação de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo", denunciou a associação.
A Abear defendeu "o estabelecimento de mecanismos permanentes" no Brasil para reduzir a volatilidade dos preços do querosene.
O preço do petróleo subiu mais de 4% hoje, depois de o Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ter prometido atacar o Irão com "muita força" nas próximas duas a três semanas.
O petróleo Brent, referência internacional, saltou 5%, para 106,22 dólares (92,07 euros) por barril. O crude de referência dos EUA subiu 4,2% para 104,36 dólares (90,46 euros) por barril.
Em retaliação pela ofensiva lançada pelos EUA e Israel, em 28 de fevereiro, o Irão bloqueou o Estreito de Ormuz, por onde normalmente transita 20% do petróleo e gás natural a nível mundial.
Companhias aéreas da China aplicam sobretaxa de combustível nos voos domésticos
Várias companhias aéreas da China anunciaram que vão aumentar as sobretaxas de combustível nos voos domésticos a partir de domingo, face à subida dos preços do querosene devido à guerra no Médio Oriente.
A Air China, a Spring Airlines, bem como a China Southern Airlines e a sua filial Xiamen Air, vão aumentar as sobretaxas em 60 yuan (7,55 euros) nos voos até 800 quilómetros e em 120 yuan (cerca de 15 euros) nos voos mais longos, indicaram as companhias, num comunicado divulgado na quarta-feira.
O preço médio do querosene aumentou a nível mundial para 197 dólares (170 euros) por barril na semana passada, face a 95,5 dólares (83 euros) há um mês, segundo dados da Associação Internacional do Transporte Aéreo.
Muitas companhias aéreas internacionais adotaram medidas semelhantes, em resposta à subida dos preços do petróleo.
A gigante aeronáutica de Hong Kong Cathay Pacific anunciou um aumento de 34% da sua sobretaxa de combustível em todos os voos na semana passada. A subida das tarifas aplica-se a bilhetes emitidos desde 01 de abril.
A Cathay Pacific indicou que irá rever a sobretaxa de combustível de duas em duas semanas, tendo em conta a persistente volatilidade dos preços do petróleo e dos seus derivados.
O preço do petróleo subiu mais de 4% hoje, depois de o Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ter prometido atacar o Irão com "muita força" nas próximas duas a três semanas.
O petróleo Brent, referência internacional, saltou hoje 5%, para 106,22 dólares (92,07 euros) por barril. O crude de referência dos EUA subiu 4,2% para 104,36 dólares (90,46 euros) por barril.
Em retaliação pela ofensiva lançada pelos EUA e Israel, em 28 de fevereiro, o Irão bloqueou o Estreito de Ormuz, por onde normalmente transita 20% do petróleo e gás natural a nível mundial.
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